Não existia medo nem insegurança. Bom senso era coisa para velhos ou ressentidos. Eu tinha 15, 16 anos e a tarde inteira. O que havia era um mundo para conhecer e bocas a serem beijadas. Éramos felizes e sabíamos disso. A vida tinha apenas um exigência: a afirmação da Vontade.
Agora é preciso descobrir onde, em que momento, deixei meu caminho...
O Vampiro de Curitiba