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O Vampiro de Curitiba




___"Estado, chamo eu, o lugar onde todos, bons ou malvados, são bebedores de veneno; Estado, o lugar onde todos, bons ou malvados, perdem-se a si mesmos; Estado, o lugar onde o lento suicídio de todos chama-se... "vida"!" (F. Nietzsche)

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Astrobiologia: Uma Correção

Estou estudando Astrofísica, Física Quântica, Teoria das Supercordas, assuntos complexos que exigem uma leitura profunda e sistemática para uma razoável compreensão. Por isso não escrevo por enquanto, mas necessária se faz uma informação sobre um post que coloquei aqui no Blog um tempo atrás  sobre uma descoberta importantíssima da Ciência e que agora é contestada por outros cientistas. A matéria agora contestada pode ser lida aqui . Novas pesquisas mostram que não era bem assim, vejamos:

Da Veja.com:

Astrobiologia

Estudos contradizem pesquisa sobre 'bactéria E.T.'


Dois estudos publicados na revista 'Science' refutam descoberta feita em 2010 de organismo que supostamente substituiria o fósforo, elemento fundamental à vida, por arsênio.



A bactéria GFAJ-1 não representa uma nova forma de vida. Ela consegue sobreviver no arsênio por ser bastante resistente ao elemento, mas assim como todos os seres vivos da Terra, depende do fósforo para continuar viva (Nasa)


A descoberta alardeada com pompa pela Nasa em dezembro de 2010 de uma bactéria capaz de substituir o fósforo por arsênio — o componente central do veneno arsênico —, que abriu a possibilidade de haver formas de vida diferentes das que conhecemos, estava errada. Dois novos estudos publicados neste domingo, na mesma revista em que foi anunciada a descoberta da Nasa — a Science —, apontam que a bactéria não consegue substituir o fósforo por arsênio e sobreviver. O trabalho original tinha notado que havia em suas amostras uma pequena presença de fósforo, mas concluiu que ela não era suficiente para fazer diferença na sobrevivência da GFAJ-1. As novas pesquisas dizem que é essa contaminação que permite seu crescimento.



A bactéria GFAJ-1 é, portanto, muito terráquea, como todas as outras. A pesquisa foi duramente criticada por especialistas. A réplica padrão oferecida pela equipe da Nasa era: "Publiquem uma contestação sob a forma de um estudo científico." Foi o que aconteceu.
Vida extraterrestre — Sciencepublicou em dezembro de 2010 o primeiro estudo, do grupo liderado por Felisa Wolfe-Simon, do Instituto de Astrobiologia da Nasa. Os pesquisadores tinham analisado a bactéria GFAJ-1, encontrada nos sedimentos ricos em arsênio do lago Mono, na Califórnia, nos Estados Unidos.
Eles propuseram que o organismo era capaz de usar arsênio em seu metabolismo, substituindo o fósforo de seu DNA e de outras moléculas por pequenas quantidades do elemento. Apesar de ser tóxico para os organismos, suas propriedades químicas são similares às do fósforo. A descoberta, que chegou a ser anunciada como "bactéria extraterrestre", seria particularmente relevante por quebrar um dos principais paradigmas da vida.
Todos os seres conhecidos dependem de seis elementos para existir: oxigênio, carbono, hidrogênio, nitrogênio, enxofre e fósforo. A possibilidade de substituir o último por arsênio significaria que a condição básica para a existência de vida poderia ser diferente, de modo que talvez fosse possível encontrá-la em outros planetas.
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