Blog do Vamp

O Vampiro de Curitiba




___"Estado, chamo eu, o lugar onde todos, bons ou malvados, são bebedores de veneno; Estado, o lugar onde todos, bons ou malvados, perdem-se a si mesmos; Estado, o lugar onde o lento suicídio de todos chama-se... "vida"!" (F. Nietzsche)

Mostrando postagens com marcador Reinaldo Azevedo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reinaldo Azevedo. Mostrar todas as postagens

Reinaldo Azevedo Em Curitiba

É com muita alegria que divulgo aqui o lançamento, em Curitba, do livro "O País dos Petralhas II - O Inimigo Agora é o Mesmo", do meu querido Reinaldo Azevedo. O lançamento será dia 8 de Novembro, quinta-feira próxima, na "Livrarias Curitiba" do Shopping Estação. A partir das 19:00 hs Reinaldo terá um bate-papo com os presentes, depois inicia a sessão de autógrafos. Como vocês sabem, não poderei estar presente, já que ainda estou no Amazonas. Já me desculpei com Reinaldo, resta apenas convidar todos que estarão em Curitiba para essa grande festa. Fui ao lançamento do primeiro "O País dos Petralhas", onde Reinaldo falou sobre vários assuntos até depois de já fechado o Shopping. Foram momentos fascinantes, com todo o brilhantismo e simpatia de Reinaldo. Divirtam-se!

Amy-a ou Deixe-a: João Pereira Coutinho X Reinaldo Azevedo





A morte da cantora Amy Winehouse, provavelmente por consumo de entorpecentes, trouxe um excelente debate. Não apenas sobre o uso de drogas, mas, principalmente, sobre valores e liberdades. João Pereira Coutinho (link aí ao lado) deu sua opinião em sua coluna da Folha. Reinaldo Azevedo (link também ao lado) contraditou em seu blog. Leiam os textos de ambos, depois eu volto para dar a minha não opinião sobre o assunto. 


João Pereira Coutinho - Sermão ao cadáver


LONDRES - Morreu Amy Winehouse e os moralistas de serviço já começaram a aparecer. Como abutres que são.

Não há artigo, reportagem ou mero obituário que não fale de Winehouse com condescendência e piedade. Alguns, com tom professoral, falam dos riscos do álcool e da droga e dão o salto lógico, ou ilógico, para certas políticas públicas.

 Amy Winehouse é, consoante o gosto, um argumento a favor da criminalização das drogas; ou, então, um argumento a favor de uma legalização controlada, com o drogado a ser visto como doente e encaminhado para a clínica respetiva.

 O sermão é hipócrita e, além disso, abusivo.

 
Começa por ser hipócrita porque este tom de lamentação e responsabilidade não existia quando Amy Winehouse estava viva e, digamos, ativa.

 
Pelo contrário: quanto mais decadente, melhor; quanto mais drogada, melhor; quanto mais alcoolizada, melhor. Não havia jornal ou televisão que, confrontado com as imagens conhecidas de Winehouse em versão zoombie, não derramasse admiração pela 'rebeldia' de Amy, disposta a viver até o limite.

 
Amy não era, como se lê agora, uma pobre alma afogada em drogas e bebida. Era alguém que criava as suas próprias regras, mostrando o dedo, ou coisa pior, para as decadentes instituições burguesas que a tentavam "civilizar".

 
E quando o pai da cantora veio a público implorar para que parassem de comprar os seus discos --raciocínio do homem: era o excesso de dinheiro que alimentava o excesso de vícios-- toda a gente riu e o circo seguiu em frente. Os moralistas de hoje são os mesmos que riram do moralista de ontem.

 
Mas o tom é abusivo porque questiono, sinceramente, se deve a sociedade impor limites à autodestruição de um ser humano. A pergunta é velha e John Stuart Mill, um dos grandes filósofos liberais do século 19, respondeu a ela de forma inultrapassável: se não há dano para terceiros, o indivíduo deve ser soberano nas suas ações e na consequência das suas ações.

 
Bem dito. Mas não é preciso perder tempo com filosofias. Melhor ler as letras das canções de Amy Winehouse, onde está todo um programa: uma autodestruição consciente, que não tolera paternalismos de qualquer espécie.

 
O tema "Rehab", aliás, pode ser musicalmente nulo (opinião pessoal) mas é de uma honestidade libertária que chega a ser tocante: reabilitação para o vício? Não, não e não, diz ela. Três vezes não.

 
Respeito a atitude. E, relembrando um velho livro de Theodore Dalrymple sobre a natureza da adição ("Junk Medicine: Doctors, Lies and the Addiction Bureaucracy"), começa a ser hora de olhar para o consumidor de drogas como um agente autônomo, que optou autonomamente pelo seu vício particular --e, em muitos casos, pela sua destruição particular.

 
As drogas não se "apanham", como se apanha uma gripe; não se "pegam", como se pega um doença venérea; e não são o resultado de uma mutação maligna das células, como uma doença oncológica. As drogas não "acontecem"; escolhem-se.

 
O drogado pode ficar doente; mas ele não é um doente - é um agente moral.

 
Mais: como explica Dalrymple, que durante décadas foi psiquiatra do sistema prisional britânico, o uso de drogas implica um voluntarismo e uma disciplina que são a própria definição de autonomia pessoal. E, muitas vezes, o uso de drogas é o pretexto para que vidas sem rumo possam encontrar um. Por mais autodestrutivo que ele seja.

 
Moralizar o cadáver de Amy Winehouse? Não contem comigo, abutres.


                                            ............................................

Reinaldo Azevedo em seu blog:


Amy Winehouse, João Pereira Coutinho, os abutres e por que Adele deve continuar a comer batatas


Estou de volta. Vamos lá. Discordar de quem habitualmente costumo discordar é exercício um tanto enjoativo. Penso, por exemplo, em Renato Janine Ribeiro, e começa a me dar aquela preguiça… Melhor discordar de alguém com quem, habitualmente, concordo. É o caso de João Pereira Coutinho, que escreve hoje na Folha Online sobre Amy Winehouse — de quem nunca falei no blog porque, de fato, ela não me dizia e não me diz nada. Prefiro Adele, que leva jeito de exagerar nas batatas. A grande arte extrai o incomum da vida comum. O artista marginal é uma invenção cretina do século 19.

 
Coutinho pôs seu talento para NÃO DISCUTIR um tema, desqualificando os que decidiram fazê-lo. Assim, escreveu o que parece ser um não-texto sobre um não-assunto. Vamos ver. Diz ele:


“Morreu Amy Winehouse e os moralistas de serviço já começaram a aparecer. Como abutres que são.”


Parece que abutres são todos os moralistas, não apenas os que buscam “moralizar” a morte da cantora. Sem usar umas duas ou três linhas a mais par especificar de que moralismo está falando, parece descartar por inútil boa parte da filosofia, que se ocupa justamente da moral. “Ele fala de ‘moralismo’, não distorça”. É? Não tenho eu de preencher o conteúdo que ele decidiu deixar em branco. O texto nos autoriza a jogar no lixo tanto o motorista de táxi inconformado com o “tóchico” como Santo Agostinho.

 
Coutinho não gosta do que anda lendo a respeito de Amy:


“Não há artigo, reportagem ou mero obituário que não fale de Winehouse com condescendência e piedade. Alguns, com tom professoral, falam dos riscos do álcool e da droga e dão o salto lógico, ou ilógico, para certas políticas públicas.”


Eu considero uma proteção civilizadora falar de quem morre com “condescendência e piedade”. Abutres destroem a carcaça e garantem a sua própria vida alimentando-se da coisa morta. A cultura da droga, esta sim, alimentou-se de Amy, referendando a mitologia estúpida de que aquilo que a destruía era a sua fonte de criação e de fruição. A cantora fez do mundo um palco e se esfarelou em praça pública.

 
Coutinho é dos melhores articulistas da imprensa brasileira, um dos mais cultivados, e sabe que toda vida é expressão de um conjunto de valores morais, queira o vivente ou não. Com mais propriedade o são as personalidades públicas, cujo trabalho depende dessa publicidade. Sua vida tem, queira ou não, um sentido exemplar. Voltemos à mimese aristotélica: é preciso representar dramas críveis para que se possa extrair um sentido — com o perdão da palavra — MORAL do que está sendo encenado. Assim, que se busque, a partir de Amy, extrair uma espécie de moral da história, de sentença, é mais do explicável; é, na verdade, necessário; está dentro das regras do jogo.

 
Pergunto-me até onde — na verdade, afirmo-o — Coutinho não se quedou vítima do mal que denuncia. Segundo entendi, ele ficou irritado com o tom catequista e catequizador dos que decidiram falar sobre a morte de Amy, ignorando o fato em si para se fixar no que seria uma pauta, uma agenda. Não faz o autor a mesma coisa? Também ele não está forçando a mão para defender uma tese? Também ele não usa Amy para expressar um ponto de vista sobre o vício e sobre a legalização das drogas?

 
Deslegitimar um ponto de vista contrário, sem debatê-lo, como expressão de uma visão meramente reacionária ou atrasada de mundo, meu caro Coutinho, é prática corriqueira dos esquerdistas que vivem a atacá-lo e a me atacar com boçalidades — como se, de resto, pensássemos a mesma coisa; é que acham que pensamentos a mesma coisa só porque divergimos deles…

Segue Coutinho:


Amy Winehouse é, consoante o gosto, um argumento a favor da criminalização das drogas; ou, então, um argumento a favor de uma legalização controlada, com o drogado a ser visto como doente e encaminhado para a clínica respetiva. O sermão é hipócrita e, além disso, abusivo.


Por quê? O autor reclamou do salto “lógico, ou ilógico” dos que usam Amy como exemplo para debater certas políticas públicas. Muito bem! O que vai nessas linhas acima? Não está dado aí o salto “lógico, ou ilógico”. Aqui é preciso um pouco de cuidado. Eu, por exemplo, acho que, dado o desfecho trágico, é “lógico” que se defenda a criminalização das drogas — meu argumento principal, no entanto, como sabem todos, nunca esteve relacionado ao destino de pessoas tomadas individualmente; isso é incontrolável —, mas não vejo lógica na eventual defesa da legalização controlada. Adiante.

 
Sim, concordo em parte com Coutinho:


Começa por ser hipócrita porque este tom de lamentação e responsabilidade não existia quando Amy Winehouse estava viva e, digamos, ativa. Pelo contrário: quanto mais decadente, melhor; quanto mais drogada, melhor; quanto mais alcoolizada, melhor. Não havia jornal ou televisão que, confrontado com as imagens conhecidas de Winehouse em versão zoombie, não derramasse admiração pela ‘rebeldia’ de Amy, disposta a viver até o limite.


Sempre lastimei cá comigo — nunca escrevi a respeito porque, francamente, essa moça nunca tomou mais de cinco minutos do meu tempo — essa glorificação do pé-na-jaca. Sentia pena de Amy não porque me visse compelido a salvá-la ou porque me julgasse dotado de uma visão superior que ela ainda não havia alcançado, mas porque, se somos todos cadáveres adiados, ela era um dos casos de cadáver apressado. Mas que, atenção — e é esta dimensão que Coutinho ignora em seu texto — PRODUZIA VALORES. Era e é escandalosamente visível que seus fãs admiravam e admiram menos as eventuais qualidades estéticas de seu trabalho do que sua “entrega”. O que fazia de Baudelaire um Baudelaire? Eu ainda acho que era a sua habilidade em fazer versos.

 
Amy não era, como se lê agora, uma pobre alma afogada em drogas e bebida. Era alguém que criava as suas próprias regras, mostrando o dedo, ou coisa pior, para as decadentes instituições burguesas que a tentavam “civilizar”.


Não fica claro se Coutinho é irônico ao se referir às “decadentes instituições burguesas”. É possível que sim. Eu estou entre aqueles que acreditam que Amy fez as suas escolhas. E ponto! Mas o autor me parece errado ao afirmar que a cantora criava as suas próprias regras. Amy era um estúpido, aborrecido e, como todos, previsível clichê. São menos perversos — e ilógicos — ou “moralistas” os que usam sua morte como um alerta do que os cretinos que a consideram uma espécie de coroamento da obra.

 
A exemplo de Amy, Coutinho faz as suas escolhas, e eu também. Todo artista é, reitero, em certa medida, exemplar, a menos que produza apenas para si mesmo, e artista não é porque falta o “outro” que lhe confere sentido. Dado isso, a censura ao comportamento de Amy é muito mais civilizadora do que a apologia. Esta, sim, marca um compromisso com a morte. Nenhum estado é autoritário o bastante a ponto de proibir o suicídio, mas eu estou entre aqueles que têm um compromisso moral com a vida, sem a qual todo o resto é inútil.

 
E quando o pai da cantora veio a público implorar para que parassem de comprar os seus discos –raciocínio do homem: era o excesso de dinheiro que alimentava o excesso de vícios– toda a gente riu e o circo seguiu em frente. Os moralistas de hoje são os mesmos que riram do moralista de ontem.


Bem, acho que não. O raciocínio do pai de Amy não era moralista, mas apenas desesperado. A palavra é descabida. Há uma boa possibilidade de haver os “moralistas” de hoje que não riram ontem.

 
Mas o tom é abusivo porque questiono, sinceramente, se deve a sociedade impor limites à autodestruição de um ser humano. A pergunta é velha e John Stuart Mill, um dos grandes filósofos liberais do século 19, respondeu a ela de forma inultrapassável: se não há dano para terceiros, o indivíduo deve ser soberano nas suas ações e na consequência das suas ações.


Eis aí. Coutinho decidiu usar o caso de Amy para, digamos assim, testar a fortaleza de seu liberalismo. Os chamados “liberais-liberais” (à diferença deste “liberal-conservador”) fizeram certa aliança tática com as novas esquerdas na defesa da descriminação das drogas — e esse é o tema subjacente; Amy é só o cadáver do dia — porque, afinal, todos têm o direito ao suicídio. A última aparição pública de Amy, visivelmente transtornada, foi no show de uma garota de 15 anos — na fila dos cadáveres apressados, segundo entendi —, fazendo praça de seu estilo de vida. Dano a terceiros? Acho que sim, Coutinho!

 
A reprimenda aos que fazem a apologia da morte e da autodestruição — especialmente quando, em razão de sua atividade, podem influenciar o comportamento de outras pessoas, de jovens em particular — é a outra face da liberdade de expressão, Coutinho.

 
Bem dito. Mas não é preciso perder tempo com filosofias. Melhor ler as letras das canções de Amy Winehouse, onde está todo um programa: uma autodestruição consciente, que não tolera paternalismos de qualquer espécie. O tema “Rehab”, aliás, pode ser musicalmente nulo (opinião pessoal) mas é de uma honestidade libertária que chega a ser tocante: reabilitação para o vício? Não, não e não, diz ela. Três vezes não.


Nada haveria a acrescentar ao texto não fosse Amy parte da indústria de entretenimento e não vendesse valores. “Honestidade libertária”? Honestidade, talvez: “Sou drogada mesmo, e daí?” Mas “libertária”? A liberdade que nasce de um vício é uma revolução conceitual que requer desdobramentos.

Respeito a atitude. E, relembrando um velho livro de Theodore Dalrymple sobre a natureza da adição (”Junk Medicine: Doctors, Lies and the Addiction Bureaucracy”), começa a ser hora de olhar para o consumidor de drogas como um agente autônomo, que optou autonomamente pelo seu vício particular –e, em muitos casos, pela sua destruição particular.


Não conheço o livro. Mas, se a síntese é essa, a sociedade tem o dever, além do direito, de combater os viciados, especialmente aqueles que podem, dada a força do exemplo, convencer outras pessoas de que se produz civilização com autodestruição. O drogado faz a sua escolha, e a sociedade também; ele enfia o pé na jaca, e a ordem legal se encarrega, então, de isolá-lo. Ocorre que as coisas estão caminhando em outro trilho. Já chego lá.

 
As drogas não se “apanham”, como se apanha uma gripe; não se “pegam”, como se pega um doença venérea; e não são o resultado de uma mutação maligna das células, como uma doença oncológica. As drogas não “acontecem”; escolhem-se. O drogado pode ficar doente; mas ele não é um doente - é um agente moral.


Ah, bem. E os que censuram os drogados também são agentes morais, e, portanto, a moral está de volta à conversa. Eu concordo com Coutinho nesse particular. Por isso mesmo, acho essencialmente imoral que a sociedade tenha de arcar com os custos da chamada “reabilitação dos drogados”, como se tornou moda defender hoje em dia. Notem que, respondendo ao autor, estou aqui a debater política pública de combate às drogas, seguindo o salto “lógico, ou ilógico”, do articulista.

 
Acho a descriminação do consumo de drogas uma tese estúpida também porque ela vem sempre associada às políticas públicas de reabilitação, que custam uma fortuna. Por que os cidadãos não-drogados, os aborrecidos “produtivistas”, que enchem os cofres do estado com parte do seu trabalho, têm de financiar as conseqüências da escolha moral dos viciados? Que escolham! Mas que se reserve à sociedade da ordem a prerrogativa de afastá-los do convício social. Coutinho tem razão: o viciado não é uma vítima; é alguém que escolheu um caminho.

 
Mais: como explica Dalrymple, que durante décadas foi psiquiatra do sistema prisional britânico, o uso de drogas implica um voluntarismo e uma disciplina que são a própria definição de autonomia pessoal. E, muitas vezes, o uso de drogas é o pretexto para que vidas sem rumo possam encontrar um. Por mais autodestrutivo que ele seja. Moralizar o cadáver de Amy Winehouse? Não contem comigo, abutres.


É, nesse ponto, Coutinho volta à sua agenda, dando um salto perigoso: vidas sem rumo encontrariam nas drogas uma direção… A possibilidade aberta não difere em nada da velha mística que cerca as drogas, que abririam caminhos novos da percepção etc e tal. Eu estou entre aqueles que acreditam que Amy viveu e morreu como quis, sim. Mas isso não me basta porque tal constatação vale para algumas centenas de viciados anônimos que morreram hoje mundo afora. Como personalidade pública, ela representava um conjunto de valores, um estilo de vida, uma escolha moral e uma escolha ética. Nesse particular, ela é a expressão clara e insofismável de um desastre. Não só isso. Amy também significa a renovação de um mito estúpido, segundo o qual o talento — e há quem diga que ela era o “ó” do borogodó; não pra mim — nasce de uma espécie de maldição. E não custa notar: Coutinho moralizou o cadáver de Amy Winehouse. A diferença é que ele acha a sua moralização, digamos, moralmente superior à daqueles de quem discorda.

 
PS: Torço para que Adele continue a exagerar só nas batatas…



                                                 ..............................................
 
 
Tenho a impressão de que enquanto um escreve sobre a Amy judia inglesa, o outro discorre sobre a Amy negra norte-americana. No meu entender, é nesse vir-a-ser que encontraríamos a melhor saída. Não escrevo agora sobre o assunto, estou com a cabeça em outras questões. Neste caso, entre Coutinho e Azevedo, fico com Amy.
 
 
 
O Vampiro de Curitiba
 

A Semana Na Era Da Mediocridade


A Frase da Semana

"Ele [Lula] se esquece que eu o derrotei duas vezes. Quem sabe ele queira uma terceira. Eu topo." (Fernando Henrique Cardoso)


Obs.: O jornalista Augusto Nunes reiterou aos ex-presidentes Fernando Henrique e Lula o desafio para um debate entre os dois. Augusto já havia levantado o mesmo desafio em outras oportunidades. FHC sempre aceitou, mas Lula alegava que debateria somente quando não fosse mais Presidente da República.  E aí, Lula, vai amarelar novamente? Fernando Henrique já aceitou!


A Imagem da Semana

Tempos obscuros estes da Era da Mediocridade. Nem por isso deixaremos de nos divertir com esses idiotas "progressistas". A Imagem da Semana merece umas palavras elucidativas. Aliás, são duas imagens. O interessante é a comparação entre elas.  Ambas foram copiadas do blog do Reinaldo Azevedo. A primeira, como vocês sabem, é  "A Liberdade Guiando o Povo", de Delacroix. A segunda é de uma revolucionária tupiniquim, estudante da USP, apoiando uma greve de funcionários terceirizados naquela Universidade. Reinaldo Azevedo destacou, de certa maneira, os ideais representados por cada uma dessas mulheres: enquanto uma carrega a bandeira da Revolução Francesa e entrega a vida pela Liberdade, a estudante da USP, que ficou mais conhecida como a "Miss Lixão", ou, se preferirem, "a Revolucionária da Lixeira",  carrega uma lata de lixo em cada mão - e com as quais  sai esparramando  seus valores pelo corredor da Universidade, em sua maneira muito peculiar de salvar a humanidade. Gravem a fisionomia da moça, logo, logo ela estará em alguma estatal ou em algum carguinho comissionado do Governo.



Conselho para a revolucionária da lixeira: olha, se o interesse é posar (posar, Emir Sader, não “pousar”!) na Playboy, é melhor começar a observar a lei da gravidade, ela é terrivel! Ah, sei que não é costume entre esquerdistas, mas é bom também fazer uma depilaçãozinha básica, viu? Axila cabeluda não tem nada de "feminista", acredite!


O Video da Semana:

A Imagem da Semana é emblemática porque nos mostra um ambiente em que deveria prevalecer  cultura e inteligência. Afinal a "Revolução dos Lixos" se dá em plena Universidade Brasileira. Falei em "Inteligência"? Então vejam como a Esquerda treina seus agentes de Inteligência. Este vídeo abaixo faz parte do treinamento da ABIN (Agência Brasileira de INTELIGÊNCIA). Atenção: não é piada, o vídeo é realmente verdadeiro e utilizado nas aulas da ABIN:




Este vídeo também foi publicado nos Blogs do Reinaldo e do Augusto.

Então, estamos ou não na Era da Mediocridade?


O Vampiro de Curitiba

A Semana

A semana acaba com a volta à realidade. Acabou o sonho da Copa, voltamos à nossa realidade terceiro mundista. O Futebol brasileiro destaca-se na Imprensa internacional, mas... nas páginas policiais. É, a realidade é cruel...


A Frase da Semana

Duas frases se destacaram esta semana. Uma política, a outra também:

“Me pediram rubrica. Rubricar é rubricar, e eu rubriquei”. (Da candidata lulista Dilma Rousseff tentando explicar o inexplicável). Candidata, nós entendemos o que significa "rubricar", o que ninguém entendeu é o que foi rubricado. 


"Tem tanto alemão puto junto que por via das dúvidas os franceses já se renderam." (Do Twitter, sobre a derrota da querida Seleção Alemã. Enviada pela leitora Barbarah.net) 


A Imagem da Semana

Também temos duas Imagens esta semana. Roubei as duas. Uma do Blog do Reinaldo Azevedo, a outra do Blog do Gerald Thomas. Uma política, a outra... também, oras:


(Do excelente chargista Nani, copiado do Blog do Reinaldo Azevedo)



(Imagem publicada no excelente Blog do Gerald Thomas)



O Vídeo da Semama

Tudo em dobro nesta semana. Dois vídeos também. Um sobre Política, o outro... Bem, prestem atenção na letra:





(Vídeo retirado do site Kibe Loco, enviado pela leitora Daniela)



Aumentem o som, é Pixies! E hoje é Sexta-feira. Divirtam-se! 






O Vampiro de Curitiba

Al Qaeda Eletrônica Ataca Novamente: Onde Estará Janice?

Tempos atrás o colunista Diogo Mainardi foi vítima de ameaças de morte por um jornaleco chapa-branca do MR-8, do Ministro Franklin Martins - ou "Valdir" do MR8, como era conhecido. Na época, o jornaleco era financiado por anúncios do Governo Federal petista. Diogo afirmara que era como se ele pagasse para receber ameaças, já que na verdade, o dinheiro que financia esses delinqüentes não é dinheiro petista, é dinheiro público, nosso.

Esta semana quem recebeu ameaças foi o jornalista e blogueiro Ricardo Noblat. Paulo Henrique Amorim, blogueiro patrocinado pela Caixa Econômica Federal, incentivou seus cães raivosos contra Noblat. Leiam o que diz o jornalista no Blog do Noblat (em azul):

Comentário
Sobre um blogueiro ordinário

Sob o título "Noblat e o golpe contra Dilma. Só falta o TSE tomar coragem", o blog "Conversa Fiada", do jornalista Paulo Henrique Amorim, transcreve notícia que eu havia transcrito da Folha de S. Paulo e publicado aqui mais cedo, e também o comentário que fiz a respeito.

A notícia:

Abusos ameaçam eleição de Dilma, diz procuradora

Sérgio Torres:

A candidatura da ex-ministra Dilma Rousseff (PT) à Presidência caminha para ter problemas já no registro e, se eleita, na sua diplomação.

A afirmação é da procuradora da República e vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, que avalia que esses problemas podem surgir se casos de desrespeito à legislação eleitoral continuarem na pré-campanha.

Cureau diz haver “uma quantidade imensa de coisas” na pré-campanha de Dilma que podem ser interpretadas como abusos de poder econômico e político.

O Ministério Público Eleitoral está reunindo informações sobre os eventos dos quais a ex-ministra tem participado para pedir ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a abertura de uma Aije (Ação de Investigação Judicial-Eleitoral) por abuso de poder econômico e político.

Em tese, a Aije poderá resultar na negação do registro ou no cancelamento da diplomação pela Justiça Eleitoral, como já falou, há dez dias, o ministro Marco Aurélio Mello, do TSE.

O comentário que fiz:

Há abusos suficientes para ameaçar o registro da candidatura de Dilma, admitem dois ministros do Tribunal Superior Eleitoral ouvidos por este blog. Mas falta ao tribunal coragem para tomar qualquer medida mais drástica a esse respeito.
-----------

O que me chamou a atenção no "Conversa Fiada" foram comentários ali postados a propósito do que escrevi. Eles dão a medida do grau de irresponsabilidade do titular do blog, de sua parceria com gente insana, e por extensão do seu comportamento insano.

Alguns dos comentários:

• Pereira


25 de maio de 2010 às 12:33


Estou com uma pequena poupança para o futuro de meus filhos, mas vai ser obrigado comprar um AK-47, e os 6 meses que passei no exercito será utíl agora para trenar o mst e outros movimentos sociais, estou feliz vamos a revanche de 1964, e o primeiro tiro será na cara do no noblat, e em seguida em seus patrões, comprar armas esta facíl agora é logo ali no vizinho Paraguai, já estou começando a mobilização, em fim uma guerra cívil para acertar as contas pasadas.

• Digger


25 de maio de 2010 às 13:00


Esse Noblat, é um dos representantes do PIG federento e inescrupuloso. Ele tenta se passar, por um jornalista democrático, quando na verdade ele é a antítese de um democrata. Um sujeito cerceador da liberdade de expressão e opinião. Eles que não se atrevam numa tentativa golpista, porque vai escorrer muito sangue pelo solo de nossa pátria chamada Brasil. Que estes golpistas não sejam insanos de cometerem esta loucura.

• william lopes guerra


25 de maio de 2010 às 11:49


Sugestão: Vamos enviar milhares e milhares de e-mails ao Noblat lhe fazendo a seguinte indagação: “-Por que queres impedir a eleição de Dilma?” Ou telefonar para o celular, para o telefone fixo, ou cartas para a sua residência: milhares! Com a pergunta encimada.
-----------

Penso, às vezes, que o moderador do meu blog exerce com excessivo rigor a sua tarefa. Depois que leio comentários como esses acima postados em outros blogs, concluo que não. Que ele está certo.

Quem tem um blog se torna responsável também pelo que deixa postado no espaço dos comentários. A esmagadora maioria dos comentaristas usa apelidos ou se vale de nomes falsos.

O anonimato estimula com frequência as manifestações mais torpes - por vezes criminosas. Elas não podem ser toleradas sob a desculpa de que é livre a manifestação de pensamento.

É livre para quem se sujeita à lei e assume as consequências pelo que escreve.


A notícia a que se refere Noblat saiu em vários jornais, eu mesmo a publiquei no último post aqui do Blog. Num post anterior, aqui , a  Procuradora Federal Janice Ascari fez comentários aqui no Blog do Vamp defendendo que jornalistas criassem um fundo para ser utilizado em caso de serem condenados na justiça a pagarem indenizações. Janice estaria preocupada com Diogo Mainardi ou Ricardo Noblat? Não, a procuradora que também é blogueira e tem seu blog hospedado no "Portal Luis Nassif", patrocinado pela Caixa Econômica Federal (sempre a Caixa!) e Petrobrás (me aguarde!), estava justamente defendendo Nassif, PHA e outros vendedores de "serviços" aos petistas. Justamente no dia em que o post foi publicado (ver penúltimo post) um jornalista foi gravemente ferido após ser agredido por marginais. Desconfia-se que a surra a que foi submetido tem a ver com denúncias que o jornalista estaria fazendo contra o prefeito da cidade. O prefeito é do PT.

Janice, não se preocupe com os jornalistas pagos pelo PT! Se eles forem condenados a pagarem indenizações, o dinheiro não sairá do bolso deles, sairá do nosso. Ou seja, pagamos para sermos ameaçados por canalhas. Se os canalhas forem condenados, quem paga somos nós também, já que quem os financia utiliza para isso dinheiro público. Pagamos para nos ameaçarem e pagamos suas respectivas defesas...

Paulo Henrique Amorim, o jornalista ordinário, amarelou. Nem por isso precisamos deixar de saber mais sobre esse fiel escudeiro petista. Vejam o que publicou Reinaldo Azevedo em seu blog (link ao lado): 

"(...)

Voltei


A tentativa, nada sutil, é me transformar no Paulo Henrique Amorim “do lado de lá”. Vou explicar algumas diferenças ao De Sá:


1 - Eu era crítico do PT quando o partido estava na oposição (aliás, era de FHC quando ele estava no governo; dentro da Folha inclusive) e continuei crítico do PT quando ele virou poder. Tive até de fechar uma revista por isso. O outro blogueiro não gostava do Lula oposicionista. Apaixonou-se depois, pelo Lula governista. Em 1998, fez uma verdadeira cruzada contra o então candidato do PT à Presidência, acusando irregularidades na compra de seu apartamento de cobertura em São Bernardo. Lula o processou. Justiça se faça: pessoalmente, o presidente o detesta até hoje; não aprecia o modo como Paulo Henrique gosta dele. Mas a questão não é pessoal, é política.

2 - Tanto é política que Paulo Henrique, a exemplo de outros blogueiros governistas, tem patrocínio da Caixa Econômica Federal. Lula leva o rancor até certo ponto; até o ponto em que o dinheiro passa a ser público. A “CEF do FHC” não patrocinou Primeira Leitura, a minha revista. Tivemos, sim, por seis meses, anúncio da Nossa Caixa, a exemplo de praticamente toda a imprensa sediada em São Paulo, pouco importando a tendência - os esquerdistas também tiveram. Mas o PT tentou fazer do anúncio em “Primeira Leitura” um “escândalo”. Não prosperou.

3 - Paulo Henrique, que, na cabeça oca de De Sá, é o “Reinaldo do lado de lá”, promove duas campanhas no momento, com patrocínio da Caixa Econômica Federal: uma é eleitoral — basta ver aquilo (e não recomendo que vocês o façam); a outra é contra a Folha e seu diretor de Redação. Eu tenho lado nos embates — já deixei claros os princípios. E é sempre o mesmo, pouco importa quem esteja na Presidência!

4 - Paulo Henrique, aliás, já era jornalista nos tempos em que até os bichos falavam no pau de arara da ditadura. Seria interessante saber o que ele andava escrevendo naqueles dias. Qual é a aposta de vocês? Estava mais para um desses heróis destemidos ou para um subintelectual do regime? Hora dessas, um pesquisador dedicado ainda vai se lembrar de contar a história das idéias durante o regime militar e recuperar textos realmente memoráveis. Vocês vão ficar surpresos ao descobrir como certos “progressistas” de hoje reagiam diante de uma farda… E muitos faziam por gosto, não por necessidade.

5 - Eu era jovenzinho, moleque mesmo. E reagi: dizendo “Não”. Fui “fichado” por isso. A barba mal tinha acabado de me nascer.Vai ver sou meio abestalhado: fui de esquerda no tempo do risco e dei um pé no traseiro das esquerdas quando “ser esquerdista” passou a ser uma das mais lucrativas profissões no Brasil.

De Sá precisa estudar. E não é de hoje."

.............

Cadê o Ministério Público????

Cadê Dona Janice?????


O Vampiro de Curitiba

Papo Reto

Quero conversar com vocês, leitores, mais, por assim dizer, pessoalmente. Mais de perto, digamos. Bem pertinho, olhos nos olhos.

Estava justamente abrindo o Blog para comunicar que, por questões pessoais, este blog seria fechado definitivamente na data de hoje. Antes de abri-lo, entretanto, dei uma passada no Blog do Reinaldo Azevedo (link aí ao lado), como faço todos os dias e me deparei com uma grande sacanagem que a petralhada, através dos blogs chapa-brancas financiados pelo Governo, pelas estatais e pelo BNDES, estavam armando contra o Reinaldo.

O post no qual Reinaldo descreve a tentativa de chantagem e intimidação é um texto bastante longo, sugiro que vocês o leiam no próprio Blog do Reinaldo. E é óbvio que Reinaldo Azevedo não precisa de apoio, muito menos de explicações, haja vista ser ele um jornalista conhecido e influente, não só no Brasil, mas, a cada dia mais, no mundo todo. Não faz parte, portanto, da corja de jornalistas achacadores que levaram um pé-na-bunda da grande Imprensa e hoje vendem seus "serviços" ao Governo de plantão.

O que ocorre, na realidade, é que começa a bater o desespero em muita gente que vai ter de começar a trabalhar, como todo brasileiro, para ganhar a vida. Eles sabem que se os petralhas perderem as eleições deste ano, muito vagabundo vendido terá que largar suas boquinhas na Lula News, terá de prestar contas sobre seus "empréstimos" junto ao BNDES, terá de devolver todo "patrocínio" de Petrobrás, Caixa Econômica Federal, etc.. O que resta a eles? Oras, todos estamos cansados de saber: vão jogar o jogo que sempre jogaram: mentiras, calúnias, ameaças, chantagens, fofocas....

Pensando neste aspecto, resolvi não fechar neste momento o Blog do Vamp. Pelo contrário, decidi que a hora é para a luta. Diante disto, comunico oficialmente que este blog apóia o candidato das oposições, José Serra, para presidente da República. Apóio, da mesma forma, o nome do Prefeito de Curitiba, Beto Richa, do PSDB, para Governador do Paraná, bem como os nomes de Geraldo Alckmin e Fernando Gabeira para os Governos de São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente. Para deputados e senadores, este Blog indica candidatos dos partidos de oposição ao Governo do PT, ou seja, indico e peço que os leitores deste blog votem nos candidatos do DEM, PSDB e PPS.  

A partir de hoje, ainda, passo a linkar neste espaço o endereço do Blog "Coturno Noturno", ou "Blog do Coronel", como ficou mais conhecido na Blogosfera, este que vem sendo um dos mais combativos Blogs sobre Política no Brasil. A moderação dos comentários continuará e vocês observarão que será mais rígida do que de costume, graças à proximidade do período eleitoral.

À luta!


O Vampiro de Curitiba

.

Smoke On The Water - A Volta

 E aí, voltou,  Vamp? Bem, estou aqui, não estou? Agora pra ficar? Não faço a mínima idéia! Embora tenha gente que sabe prever a temperatura do planeta para daqui trezentos anos, eu não sei nem se amanhã vai chover ou não - a previsão meteorológica sempre erra. Como saberei dizer o que acontecerá no futuro?

A pergunta que deve ser feita não é por que fechar o Blog. Mas por que mantê-lo aberto.  Fiquei sabendo que Luis Nassif recebe mais de R$ 1.200.000,00 por ano da Lula News. A filha de Ricardo Kotscho também recebe uma quantia significativa da TV do Franklin Martins - TV deles, paga por nós.  Eu? Eu sou livre! E tenho vocês, leitores críticos e inteligentes. De vez em quando tenho de aturar um ou outro idiota, mas nada comparado a ter de defender o Zé Dirceu ou torturadores cubanos.

Além da ascensão dos novos milionários da nova classe social, os “burgueses do capital alheio” (by Reinaldo Azevedo), outra notícia que teve destaque na Imprensa foi a trágica morte do cartunista Glauco.  Um seguidor de sua (do Glauco) igreja o matou, juntamente com seu (do Glauco, óbvio) filho. O religioso seguidor pensava ser Jesus Cristo, o “judeu aquele” (by Janer Cristaldo), e resolveu matar o mestre e cartunista. A igreja de Glauco é uma daquelas que têm como base a doutrina do Santo Daime. Usam a ayahuasca para entrar em sintonia com sei lá o quê. Outras, além da ayahuasca, utilizam-se também dos efeitos da maconha em seus rituais.

Conversava a respeito dessas religiões com meu amigo Carlão da Esquina. Carlão, conservador, afirmava que sua religião era bem diferente. Não utilizava ayahuasca. Apenas maconha. De vez em quando - me dizia Carlão, com olhos vermelhos - pinta a polícia, cobrando o dízimo. Mas ao menos nunca apareceu Jesus com um revólver querendo me matar... 







O Vampiro de Curitiba