Blog do Vamp

O Vampiro de Curitiba




___"Estado, chamo eu, o lugar onde todos, bons ou malvados, são bebedores de veneno; Estado, o lugar onde todos, bons ou malvados, perdem-se a si mesmos; Estado, o lugar onde o lento suicídio de todos chama-se... "vida"!" (F. Nietzsche)

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A Semana


A Frase da Semana


"Como é que o presidente da República fala que tem que extirpar um partido? Não pode. O povo brasileiro não pode ouvir isso e não reclamar. E se a imprensa reclamar, vem um idiota dizer que a imprensa é golpista. Golpista é dizer que precisa destruir um partido político que existe legalmente." (Caetano Veloso)


 

As Imagens da Semana 





Todo o apoio a Gil Vicente!




 
Os Videos Da Semana

Divirtam-se e repassem!








O Vampiro de Curitiba

A Imprensa e Os Inimigos

OBS: Resposta ao Ricardo Kotscho: Esses 5% (aqui em Curitiba são 60%, segundo pesquisas), companheiro Kotscho, são aqueles que ousam pensar por suas próprias mentes e não esperam que o Estado pense por elas. 


Kotscho, na boa, leia um livro chamado "Mente Cativa", talvez você nos entenda melhor. Ah, manda um beijo pra sua filha, lá na Lula News!




"No mundo tem gente que não sabe fazer política sem um inimigo." (Lula, o  Führer da Imprensa brasileira).


Alguns leitores me criticam dizendo que escevo quase sempre sobre Política. Não é uma crítica que me incomode, mas não é verdade. Escrevo sobre como pensa o brasileiro. É isto que me interessa. Esse pensamento, essa, digamos, metafísica se manifesta em todos os aspectos da cultura (ou falta dela) em nosso país, mas é muitíssimo mais evidente quando o assunto exige escolhas, preferências. Ou seja, é na Politica que a coisa se materializa, se evidencia.

Lula, como todo esquerdista, tem sempre a saída stalin-leninista na ponta da língua: sempre atribua a seus adversários os seus próprios defeitos. Lula estaria sendo falso na sua frase acima? Não, pelo contrário, é de uma sinceridade que choca. Só que com o sinal trocado, óbvio. Ele queria dizer que são os E.U.A aqueles que precisam de um inimigo. Queria, mas, covarde que é, não disse! Ficou nessa insinuação, típico de moleque que não gosta muito do coleguinha da escola e, no entanto, morre de medo de enfrentá-lo. Coisa de petista. Reflitam comigo: o que seria de todo o pensamento de esquerda se não existisse o "cão infiel ianque"? Eu mesmo respondo: não seria! Não existiria esquerdista na face da Terra. Eles só existem porque a metafísica influente dessa gente é sempre culpar os Estados Unidos. Por tudo! Saddam Hussein, Ahmadinejad, Chaves, os irmãos Castro, todos esses tiranos covardes existiram por um único motivo: independentemente dos genocídios que cometeram, das torturas a que submetem seus próprios povos ou do continente em que habitam, um fato faz desses monstros verdadeiros heróis:  são contra os E.U.A. Contra o que, especificamente? Contra tudo que seja americano! Sim, Lula, tem gente que não sabe fazer política sem um inimigo. Tem gente que precisa defender todo tipo de genocida, todo tipo de torturador para poder existir...  

Aí o leitor poderia me perguntar: e o que a Imprensa tem a ver com isso? Oras, esquerdistas não existem apenas dentro dos partidos políticos. Eu afirmei ainda há pouco que o que me interessa é como o brasileiro pensa, não como pensam nossos políticos que, afinal, não caíram de Marte, foram eleitos pelo povo e, principalmente, pela Imprensa. Estou falando dos "vendedores de serviços"? Gente da credibilidade de um Paulo Henrique Amorim? De um Luis Nassif? De um Ricardo Kotscho, o "Plínio Salgado do Petismo" (by Diogo Mainardi) ? Óbvio que não! Jamais perderia meu tempo com essa turma. Eles são comerciantes, não jornalistas. Falo dos jornalistas sérios, bem intencionados, mas que sofreram lavagens cerebrais nas madraçais do Petismo em que se transformaram nossas Unversidades e hoje são completos alienados.

Ah, claro! Não se esqueçam de Israel. Os talibãs tupiniquins odeiam Israel. Por quê? Oras, porque são aliados do Ocidente. "Mas esses idiotas alienados não vivem no Ocidente? O Brasil não está no Ocidente?" Pois é, alguns deles, inclusive, não passam mais que um ano sem visitar a Disneylândia. Ou vocês acham que esses progressistas (sic!) vão gastar o patrocínio da Caixa e da Petrobras no Irã ou na Venezuela?

Sobre o senso comum brasileiro, escrevi em Dezembro de 2008, ainda no Blog do Gerald Thomas:


Lula 70%: a Síndrome de Dom Quixote Vira-Lata


Banânia está em festa! E qual o motivo de tanta comemoração? Atingimos, por acaso, a perfeição em nosso sistema de Saúde Pública? Estamos oferecendo às nossas crianças uma educação de Primeiro Mundo? Não, saúde e educação, no Brasil, são supérfluas. Não interessa à esquerda um povo educado. Educação não rima com bolsa-esmola. O motivo de tanta agitação é a aprovação recorde do Grande Líder, do grande herói, Luis Inácio Lula da Silva.

Para entender como chegamos a essa situação bizarra em que, depois de tanta corrupção, tanto mensalão, tanto desleixo com a coisa pública, enfim, tanto desgoverno, a aprovação do Presidente da República só tem aumentado, precisamos fazer uma breve retrospectiva:

Uma mistura de catolicismo tropical – com aquele papo de que “é mais fácil um camelo passar por um buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino do Céu”- com o submarxismo ensinado nas Universidades, gerou, na América Latina, uma cultura do “pobrismo”, do vitimismo. Acrescentando a essa cultura um toque de “jeitinho brasileiro”, formou-se o senso comum do Brasil. Um paradoxo de ufanismo e falta de segurança, onde tudo que é nacional é melhor, mas sempre é preciso a aprovação do exterior. Ninguém dá muita bola para, por exemplo, a capoeira. Mas se aparece uma TV estrangeira filmando nossos bravos capoeiristas, logo dizemos que este esporte é maravilhoso; surgem teorias as mais exóticas explicando como a capoeira levanta a auto-estima do povo, etc., etc. Síndrome de vira-lata. Vira-lata ufanista.

O senso comum brasileiro, confuso por natureza, foi um ambiente propício para o desenvolvimento dessa Esquerda católica e pseudo-marxista que é o PT. Na oposição o esquerdista era um Dom Quixote, aquele herói lunático que pretendia salvar o Mundo das forças do Mal (no caso, ”das elites”), lutando contra moinhos de vento, imaginando que venceria gigantes. Não, o Capitalismo não era um gigante a ser vencido! Os males que atormentam o povo brasileiro não foram causados pelo Capitalismo, mas pela falta dele. Agora, na situação, viraram Dom Quixote às avessas. Olham para a crise (ver post baixo, escrito por Gerald Thomas) que se aproxima, mas, covardes que são, recusam-se a encará-la. Agora que o sangue que escorre pelo chão é verdadeiro, fingem que se trata de vinho tinto: “É apenas uma marolinha”. Ou então: “Não, isso não é mensalão, é apenas caixa-dois”.

Uma parte da imprensa bem que tenta mostrar a realidade a esse Dom Quixote dos trópicos em que se transformou nosso senso comum, mostrando as loucuras que são cometidas pelo devaneio esquerdista. Em contra-partida o Governo até ameaçou criar um conselho nacional de jornalistas com o objetivo de controlar, fiscalizar a mídia, mas nem foi preciso: o “jeitinho brasileiro” se deu mesmo com publicidade estatal. O cala-boca é pago com dinheiro do próprio gigante adormecido, óbvio. E a Imprensa acabou assumindo o papel do fiel escudeiro Sancho Pança. Ela sempre desconfia da porra-louquice do Cavaleiro Andante, mas sempre lhe faz as vontades à espera de um pedaço do governo, ou, simplesmente, de uma boa merenda. Quando alguém ousa chamar a atenção do senso quixotesco, Sancho sempre aparece para salvá-lo: “Não, meu senhor, cavaleiros só travam batalhas com outros cavaleiros. Este que aí está a desafiá-lo não é um cavaleiro, é um “direitista”, não dê atenção a ele.”

A festa continua. Nosso Dom Quixote, embriagado pelo sucesso (ou literalmente) não cansa de destilar (ops!) suas asneiras. Para 70% da população ele é um herói. Eu faço parte da minoria que o considera apenas um idiota.
 
 
 
O Vampiro de Curitiba

Os Incomuns. Ou: A Revolução Dos Bichos

Não bastasse essa visita de Lula à República Socialista de Cuba (ver post abaixo), nosso presidente tem agendado uma visita a seu amigo Ahmadinejad, no Irã. É a Revolução dos Bichos em andamento.

Escrevi a respeito em 24/06/2009, ainda no Blog do Gerald Thomas (Link aí ao lado). Reparem que, como aconteceu em Cuba, Lula também não sabe o que acontece no Irã. Para ele tudo não passava de uma "briga de torcidas".


24/06/2009 - 07:13

Os Incomuns Ou: A Revolução dos Bichos

 

Texto de O Vampiro de Curitiba

(Lula e seus aliados)

“O Sarney tem história no Brasil suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum.”

“Eu não conheço ninguém, a não ser a oposição, que tenha discordado da eleição do Irã. Não tem número, não tem prova. Por enquanto, é apenas, sabe, uma coisa entre flamenguistas e vascaínos.” (Lula, o Cândido de Garanhuns, defendendo seus aliados)


Os Lobos da Estepe

Antes de abordar o tema propriamente dito, algumas considerações: Os textos por mim escritos são de minha inteira responsabilidade. O Gerald só tem conhecimento destes textos após a publicação dos mesmos. Que fique bem claro: as opiniões expressas por mim não refletem a concordância de mais ninguém, nem a do Gerald e nem a do IG.

É que pra muita gente acostumada com os blogs chapas-brancas pode parecer estranho haver discordâncias num mesmo blog. Eles estão acostumados com o pensamento único, com o instinto de manada. Aqui, no mundo livre, isso não existe. Ninguém pede autorização ao Ministro da Propaganda Lulista nem passa no Diretório do PT antes de escrever um post. Cada um é cada um. Com os leitores do blog se dá o mesmo. Somos livres. Somos indivíduos, não rebanho. Particularmente, não freqüento reuniões, tenho verdadeiro pavor de aglomerações, tenho fobia de “classes”, “grupos”, da “massa”. O síndico do meu edifício não me conhece… Somos, enfim, lobos da estepe, andamos sós, quando muito aos pares, cada qual com sua fêmea..


Os Porcos

Já falamos de nós, agora vamos a eles. Chega de lobos, falemos de porcos. George Orwell, mais que qualquer político, mais que qualquer filósofo ou sociólogo, foi quem melhor traduziu o pensamento de esquerda e nos mostrou como surgem as ditaduras e como os porcos tratam os demais animais após tomarem o poder. Animal Farm, traduzido para o Português como A Revolução dos Bichos (45), e 1984 (48) são verdadeiras obras de artes do pensamento livre. Pensávamos que nos referíamos a estes livros como sendo parte de um passado já distante. Depois da queda do Muro de Berlim não haveria mais lugar para esse debate. No entanto, percebemos que aqueles que se dizem “progressistas” ainda sonham com aquele passado, com 1917, para ser mais exato. Chaves e Ahmadinejad, entre outros, nos oferecem "museus de grandes novidades" (by Cazuza).

“Ah, Vamp, dessa vez você exagerou, não existe alguém tão reacionário assim.” É mesmo? E aquele bando de vagabundos que invadiu a USP, queria o quê? Qualidade de ensino? Professores mais qualificados? Não, eles querem lutar contra o “Imperialismo Ianque”. Ainda por cima não gostaram quando a PM cumpriu uma ordem judicial que permitiria àqueles que querem estudar o sagrado direito de ir e vir. Polícia “democrática” para eles é aquela do Irã, aquela mesma que cortou o pescoço da estudante Neda Agha-Soltan, uma estudante de filosofia que ousou exigir liberdade nas eleições daquele país.

Lula, ao escolher seus aliados, revela a sua verdadeira face. E, ao defendê-los, não quis dizer exatamente que devemos poupá-los por não serem comuns. O que ele realmente quer dizer é que “todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros.” (George Orwell)

O que eles querem? Querem transformar o mundo inteiro em uma imensa Teerã? Num imenso Maranhão? Caracas!

O fato, amigo leitor, é que porcos não caem do céu, não vieram de Marte. Foram eleitos por você! Onde você estava com sua mente quando os elegeu?

Where is my mind (Pixies e Placebo)





O Vampiro de Curititiba

O Brasil na Lata de Lixo da História

O filme acaba mal: ele vira presidente.” (Macaco Simão, sobre o filme do Lula)



Não bastava a vergonha da intromissão do Governo brasileiro em Honduras, onde Manuel Zelaya está até hoje na embaixada brasileira sem ser refugiado, sem ser asilado, sem ser nada? Não bastava o constrangimento causado por Tarso Genro com o Governo italiano por causa de Cesare Battisti, considerado até por partidos de esquerda daquele país como um homicida, um criminoso comum? Não, a burrice é mesmo ousada. A estupidez também.

Lula teve que ir mais longe. Lula teve que mostrar ao mundo que ele não é qualquer um, ele é Lula, o filho do Brasil. Enquanto crianças são condenadas à morte, enquanto mulheres suspeitas de serem adúlteras ou homens de serem homossexuais são apedrejados até a morte, enquanto opositores do regime são torturados, Ahmadinejad, o responsável por todas estas barbáries, era recebido no Brasil por seu “bom amigo” Lula.

Por quê, Lula? Pelas relações comerciais entre os dois países? Não, o comércio entre Brasil e Irã é absolutamente insignificante. Para que o Brasil consiga uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU? Não, ninguém votaria em quem recebe o governante de um país cujo Ministro da Defesa é procurado pela Interpol por ter matado 85 pessoas num ataque terrorista na Argentina. E esta acusação não vem de Israel ou dos EUA. Vem da própria Argentina da companheira Cristina Kirchner. Para mostrar ao mundo que o Brasil tem influência também no Oriente Médio? Ora, ninguém recebe Ahmadinejad simplesmente porque ninguém quer convidá-lo. Ele é visto como um pária pela comunidade internacional. Para promover a paz entre palestinos e judeus? Até o tirano iraniano se surpreendeu com a ingenuidade do nosso presidente quando este propôs resolver um problema que dura gerações com uma partida de futebol entre Brasil e uma seleção mista de judeus e palestinos.

Celso Amorim, sempre ele, afirmou que era uma prova de independência do Brasil. Que nós agimos por conta própria, mesmo que isso viesse a desagradar os americanos. Depois, quando viu a repercussão na Imprensa mundial, quando leu em todos os jornais do mundo que Lula seria apenas um bate-pau de Chaves, correu avisar que não, que tudo estava combinado com os Estados Unidos. Bom, melhor ser bate-pau do Obama, né? E em Honduras, também foi combinado com o Governo Americano? Celso Amorim não queria eleições antes de dar posse a Manuel Zelaya. Obama simplesmente ignorou a posição do Brasil e domingo próximo o povo hondurenho escolherá seu presidente. Ninguém mais dá bola aos delírios megalomaníacos de Celso Amorim e Lula.

O que ficará nos livros de História não serão as baboseiras de um filme patrocinado por empresas que receberam milhões do BNDES. O que entrará para a História e para a biografia de Lula serão as fotografias dos abraços entre dois “bons amigos”. Lula e Ahmadinejad: o Brasil entra, definitivamente, para a lata de lixo da história.



O Vampiro de Curitiba

OUR MESSAGE TO THE IRANIAN MADMAN: GO TO HELL!